2º Domingo do Advento

O 2° Domingo do Advento foi celebrado na Catedral de Sant’Ana com as Santas Missas das 7, 10 e 17h, presididas pelo Pároco Pe Arivaldo Aragão, pelo Arcebispo Emérito Dom Itamar Vian e pelo Vigário Pe Edmilson, respectivamente, neste dia 06 de dezembro de 2020.

Neste primeiro domingo de dezembro, a caminho do Santo Natal, à escuta do profeta Isaías e de João Batista que nos diz: “Preparai o caminho do Senhor” (cf Mc 1, 3), foi acesa a segunda vela da Coroa do Advento, pedindo ao Senhor que a sua Luz acenda nos corações a esperança, a vida nova, a libertação dessa Pandemia e alegria da Paz que vem de Deus.

Padre Edmilson, presidente da celebração das 17h, acolheu os fiéis, lembrando-os deste tempo importante de preparação e purificação dos sentimentos e pensamentos, ratificando o apelo à conversão, feito por João Batista no início do Evangelho de Marcos. Em sua homilia, o sacerdote continuou discorrendo sobre o tempo do Advento, considerando-o como “tempo forte de preparação, de transformação, de mudança de vida, de metanóia, mudança de mentalidade […] nos preparando para a grande festa que é o Natal de Jesus”, afirmou o Padre. Em seguida, destacou que a liturgia deste tempo nos convida a assumirmos a mesma atitude de Maria quando engravidou do Espírito Santo e acolheu o Verbo de Deus. Desta forma, motivou os fiéis a pedirem esta graça “Senhor, concedei-me, que eu possa, como Maria, engravidar da Sua Palavra, para que ela transforme a minha vida.”

“Advento é tempo de esperança, é tempo de renovarmos a nossa fé, é tempo de percebermos a paciência de Deus que nos acompanha, que espera pela nossa conversão”, acrescentou Pe Edmilson. Concluindo sua reflexão a cerca do Evangelho e das leituras deste domingo, o vigário afirmou que um coração convertido, “um coração que é movido pela esperança, não teme em meio aos desertos e não se entristece diante das dificuldades, porque em tudo enxerga a luz de Deus que brilha e ilumina as trevas.” Assim, “peçamos a Deus a graça de, como João Batista, vivermos a humildade de reconhecê-Lo como o Senhor da vida e Senhor da história”, clamou Pe Edmilson.

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