Santa Missa | Dia de São Francisco de Assis

Iniciando o mês missionário, a Catedral de Sant’Ana celebrou, em comunhão com toda a Igreja, São Francisco de Assis, neste 27º Domingo do Tempo Comum, 04 de outubro de 2020. Em honra ao Santo Católico, as celebrações eucarísticas das 07, 10 e 17 horas foram presididas, respectivamente, pelo Arcebispo Emérito Dom Itamar Vian,  pelo Vigário Pe Edmilson e pelo Pároco Pe Arivaldo Aragão.

Estiveram presentes na celebração das 10h, de modo especial, a Pastoral da Pessoa Idosa, as oficineiras da Comunidade Nossa Senhora da Glória, as líderes da Comunidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro e os membros da Comunidade São Francisco de Assis, no Dispensário Sant’Ana, os irmãos e as irmãs da terceira ordem de São Francisco de Assis. Na Santa Missa das 17h, por sua vez, marcaram presença na Catedral, os Jovens que fazem parte do Caminhada da Paróquia que, neste dia, estariam encerrando o seu encontro anual, se não estivéssemos em tempo de Pandemia.

A “parábola da vinha” retratada na liturgia deste domingo é uma história de amor. Fala-nos do amor de um Deus que liberta o seu Povo da escravidão, que o conduz para a liberdade, que estabelece com ele laços de família, que lhe oferece indicações seguras para caminhar em direção à justiça, à harmonia, à felicidade e que o protege nos caminhos da história. No Evangelho, Jesus critica fortemente os líderes judaicos que se apropriaram em benefício próprio da “vinha de Deus” e que se recusaram sempre a oferecer a Ele os frutos que Lhe eram devidos. Deus não obriga ninguém a aceitar a sua proposta de salvação e a envolver-se com o Reino; mas uma vez que aceitamos trabalhar na sua “vinha”, temos que produzir frutos de amor, de serviço, doação, justiça, paz, tolerância e de partilha.

Pe Arivaldo, em sua homilia, exortou os fiéis a gerarem frutos de bondade e de justiça a partir da fraternidade que “não é um pensamento, é um gesto concreto, olhando para o outro, vendo o outro como irmão e cuidando”, explicou Pe Ary,  lembrando o Papa Francisco que, neste dia, entregou para o mundo a sua Carta Encíclica Fratelli tutti, já considerada por muitos, seu testamento de vida sobre a fraternidade universal.

É preciso conscientizar-nos de que essa história de amor não terminou e que o mesmo Deus da “vinha” continua a derramar sobre nós, todos os dias, o seu amor, a sua bondade, a sua misericórdia. Sejamos, portanto, obedientes ao Senhor e procuremos produzir os frutos esperados por Ele.

São Francisco de Assis, rogai por nós!

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