Santa Missa do 25º Domingo do Tempo Comum

O 25º Domingo do Tempo Comum, 20 de setembro de 2020, foi celebrado, na Catedral de Sant’Ana, com as Santas Missas presididas pelo Vigário Paroquial, Pe. Aristóteles, às 07 e 10 horas da manhã, e pelo Arcebispo Metropolitano, Dom Zanoni Dementtino Castro, às 17 horas, sendo concelebrada pelo Pe. Ary, pároco da Matriz de Feira de Santana.

Ambos os presidentes das celebrações falaram sobre a alegria do reencontro físico com os fiéis e do retorno, aos poucos, das atividades da Paróquia,  alertando a todos sobre a importância da manutenção dos cuidados preventivos para o Coronavírus, pois apesar de serem observados sinais do seu enfraquecimento, ele ainda tem infectado e sacrificado milhares de pessoas.

Acerca da liturgia deste domingo, Pe. Aristóteles afirmou que “todo ser humano deve esforçar-se para encontrar-se com Deus porque é N’Ele que encontramos o sentido da vida.” Recordando a primeira leitura, explicou que “voltar-se para Deus significa abandonar os maus caminhos, deixar de praticar o mal; arrancar do coração aquilo que não está de acordo com a Vontade de Deus.” O Arcebispo, Dom Zanoni, destacou que a justiça de Deus, realizada em Jesus, às vezes nos incomoda. “Nós vivemos a lei da retribuição e do merecimento, mas Deus nos aponta o caminho da reconciliação e paz”, disse o Arcebispo. Com o cântico do profeta Isaías “Meu pensar não é o Vosso, Vosso Agir não é o meu”, reforçou que nem sempre o nosso querer ou a maneira como conduzimos a nossa vida coincide com os ensinamentos e a Vontade do Pai.

A Parábola dos Trabalhadores da Vinha, destacada no Evangelho este 25° domingo do Tempo Comum, nos mostra um Deus infinitamente misericordioso que não nos trata de acordo com os nossos merecimentos e que a Sua lógica não segue a lógica dos homens. Ele nos dá além do que merecemos, mas nos corrige quando somos invejosos ou quando não conseguimos valorizar o nosso próximo. Por meio desta parábola, Jesus convida-nos a uma transformação de mentalidade, de forma a que a nossa relação com Deus não seja marcada pelo interesse, mas pelo amor e pela gratuidade.

Assim, experimentemos o Amor que Ele tem por cada um de nós e aceitemos o convite do Senhor para trabalhar na sua Vinha, glorificando-O com nossa vida.

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